Francesinha
Criada em 1953 por Daniel David Silva, inspirada no croque-monsieur francês. Sandes com linguiça, fiambre e bife coberta com queijo derretido e molho picante de cerveja, tomate e piri-piri. Exclusiva do Porto.
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Criada em 1953 por Daniel David Silva, inspirada no croque-monsieur francês. Sandes com linguiça, fiambre e bife coberta com queijo derretido e molho picante de cerveja, tomate e piri-piri. Exclusiva do Porto.
🔍 Ver restaurantesA sopa mais consumida de Portugal. Base cremosa de batata com fios finíssimos de couve-galega, chouriço e azeite. Imortalizada por Amália Rodrigues. Obrigatória com broa de milho nas festas minhotas.
🔍 Ver restaurantesCriada pelos judeus no século XV para enganar a Inquisição. Parecia enchido de porco mas era feita de aves e pão. Uma das 7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa. Grelhada ou frita em lume brando.
🔍 Ver restaurantesOs portuenses deram toda a carne para as naus dos Descobrimentos em 1415 e ficaram com as tripas. Guisado de tripas com feijão branco, chouriço e carnes. Valeu aos portuenses o nome de "tripeiros".
🔍 Ver restaurantesO único pudim do mundo com toucinho de porco. 15 gemas, açúcar em ponto de estrada, vinho do Porto e 50g de toucinho fresco. Criado pelo Abade de Priscos. A textura derrete instantaneamente na boca.
🔍 Ver restaurantesDisponível de Janeiro a Maio. A lampreia cozinhada no seu próprio sangue com vinho tinto, vinagre e especiarias. Prato raro e sazonal, muito procurado pelos apreciadores. Servida com arroz e pão torrado.
🔍 Ver restaurantesLeitão inteiro assado em forno de lenha de eucalipto. A pele fica estaladiça como vidro. Uma das 7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa. A Mealhada é a capital mundial deste prato — viagem obrigatória.
🔍 Ver restaurantesCriados pelas freiras do Convento de Jesus em 1743. Creme de gemas e açúcar em hóstia moldada em formas marinhas. Primeiro doce português com Indicação Geográfica Protegida pela União Europeia.
🔍 Ver restaurantesPato desfiado sobre arroz cozinhado no seu próprio caldo, levado ao forno com rodelas de chouriço. Estaladiço por cima, húmido por baixo. Servido com laranja fresca para contrastar a riqueza do prato.
🔍 Ver restaurantesCabra velha cozinhada lentamente em vinho tinto, alho e louro em caçarola de barro. Remonta às invasões francesas. Prato de festa associado a almoços de domingo e eventos comunitários da região.
🔍 Ver restaurantesO queijo mais famoso de Portugal. Leite de ovelha Bordaleira coalhado com cardo silvestre. Textura cremosa que se come com colher. Denominação de Origem Protegida — só pode ser produzido na Serra da Estrela.
🔍 Ver restaurantesPolvo cozido e assado no forno com batatas a murro e azeite extra-virgem em abundância. "Lagareiro" é quem trabalha no lagar de azeite. O azeite é o ingrediente-estrela. Quanto mais simples o restaurante, melhor.
🔍 Ver restaurantesCriado no século XIX por um taberneiro chamado Brás no Bairro Alto. Bacalhau desfiado com batata palha, ovos mexidos cremosos, salsa e azeitonas. Um dos pratos mais queridos de Portugal.
🔍 Ver restaurantesMassa folhada crocante com creme de gemas caramelizado. Receita secreta dos monges do Mosteiro dos Jerónimos desde 1837. Os "Pastéis de Belém" têm a receita autêntica. Qualquer outro chama-se Pastel de Nata.
🔍 Ver restaurantesSímbolo dos Santos Populares de Junho em Lisboa. Sardinhas frescas grelhadas em sal grosso sobre brasa de carvão, servidas com pão de milho. Durante as festas de Santo António as ruas enchem-se de fumo e música.
🔍 Ver restaurantesAmêijoas frescas com azeite, alho, coentros, vinho branco e limão. Homenagem ao poeta e gastrónomos Raimundo de Bulhão Pato do século XIX. O molho é tão bom que se come com pão. Entrada obrigatória em Lisboa.
🔍 Ver restaurantesChoco fresco de Setúbal cortado em tiras, panado e frito até dourar. Servido com batata frita e salada. Setúbal é a capital portuguesa do choco — a qualidade do choco fresco da Arrábida é inigualável.
🔍 Ver restaurantesA lenda do frade que pediu uma pedra e foi recebendo ingredientes até ter uma sopa generosa. Feijão encarnado, entrecosto, chouriço, morcela, couve e batata. Típica de Almeirim, famosa em todo o país.
🔍 Ver restaurantesÁgua a ferver com alho, azeite, coentros e sal. Sobre este caldo simples, pão alentejano em pedaços e ovos escalfados. Prato de sobrevivência que se tornou identidade. Cada aldeia tem a sua versão.
🔍 Ver restaurantesPedaços de borrego estufados com cebola, alho e hortelã — a erva que define o Alentejo. Servido sobre fatias finas de pão alentejano que absorvem todo o molho. Prato de ligação à pastorícia alentejana.
🔍 Ver restaurantesDoce conventual do século XVI. Pudim denso de ovos, leite e canela, cozido em prato de barro. Obrigatório comer com Ameixas de Elvas em calda. Origem no Convento das Chagas de Vila Viçosa.
🔍 Ver restaurantesO porco ibérico criado em liberdade no montado de sobro, alimentado com bolota. A carne é mais escura e saborosa que a carne comum. Grelhado, em presa ou como presunto — qualquer forma é excepcional.
🔍 Ver restaurantesPão de trigo demolhado e frito em azeite com alho e coentros. Acompanha entrecosto, carne de porco ou caça. Prato de aproveitamento que se tornou identidade. Cada região tem a sua versão regional.
🔍 Ver restaurantesQueijo curado de leite de ovelha puro. Sabor intenso e ligeiramente picante. Denominação de Origem Protegida — só pode ser produzido nos concelhos de Évora, Reguengos e Redondo. Fresco, meio-curado ou curado.
🔍 Ver restaurantesAmêijoas, mexilhões, gambas e peixe cozinhados na cataplana — panela de cobre em forma de concha, símbolo do Algarve. Com tomate, pimento, coentros e vinho branco. O vapor ao abrir faz parte da experiência.
🔍 Ver restaurantesSanta Luzia é a capital mundial do polvo. Arroz caldoso cozinhado no caldo da cozedura do polvo, com tomate, vinho branco e coentros. Simples e perfeito. Procure restaurantes junto ao porto de pesca.
🔍 Ver restaurantesHerança árabe do século VIII. Amêndoas algarvias moldadas à mão em formas de frutas, animais e flores, pintadas com corantes naturais. Arte que se transmite de geração em geração no Algarve.
🔍 Ver restaurantesPapas de milho grosso cozinhadas com amêijoas frescas da Ria Formosa, alho, azeite e coentros. Típico do sotavento algarvio. Raro em menus turísticos — sinal de autenticidade quando aparece.
🔍 Ver restaurantesPeixe fresco e marisco em camadas com batata, cebola, tomate e pimento. Cada restaurante usa o peixe do dia — tamboril, corvina, garoupa. Cozimento lento que mistura os sabores. Servida fumegante na panela.
🔍 Ver restaurantesFigos secos do Algarve recheados com amêndoa moída, chocolate e especiarias. Herança mourisca que atravessou séculos. Encontra-se em mercados locais e mercearias tradicionais. Mais rústico e intenso que os doces de amêndoa.
🔍 Ver restaurantesReserve o seu transfer privado e chegue ao restaurante sem stress. Preço calculado pela distância real.